Vivemos em uma época em que as pessoas, na tentativa de encontrar a "tão sonhada felicidade", passam por um processo em que parece haver uma generalização e banalização daquilo que o sujeito procura para satisfação de seus desejos. Será que isso tem ocorrido exatamente pelo excesso de objetos oferecidos?
Quando pensei em um tema para falar de psicanálise e de suas implicações sociais, veio em mente à celébre frase "Freud explica". Talvez se deva ao fato de Freud ter desenvolvido uma vasta obra, tratando de assuntos como Histeria, Fobia e tantos outros que serviram para acrescentar aos estudos psiquicos da atualidade. Não só das psicopatologias, mas também sobre relações amorosas, repetições de comportamentoe, fundamentalmente, a construção de uma teoria acerca do inconsciente.
Poucos sabem ao certo quem foi Freud, o que é inconsciente e para que serve a psicanalise. É o que eu quero tentar desmistificar... Alguns consideram como algo "chic". Imagine só, eu, deitada no divã e um analista barbudo de pernas cruzada, me ouvindo sem dar um "pio" e eu contando todos os meus sonhos, é puro "status"!.
Existem ainda aqueles que dizem que ela é para os fracos. Ao Contrário, passar por um processo analítico é um ato de coragem... Não posso considerar fraco alguém que assume suas faltas, entrando em contato direto com aquilo que muitas vezes é tão doloroso, mas necessário de ser dito para que possa ser resolvido. Portanto, análise é para os fortes!.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirIsto me fez pensar em uma frase de Wilde: "É a confissão, e não o padre, que nos dá a absolvição." - o que sintetiza o que quero dizer: ter a coragem de externar sentimentos (que por si só já são complicados) e ainda mais para um "desconhecido", confiando apenas no Sigilo Profissional é algo muito difícil e, por isto, tão libertador quando se consegue. Uma pena que existam duas visões sobre: a de glamour, como citou; e a de discriminação. A enfermidade psíquica ainda é muito controversa.
ResponderExcluirMas, para encerrar, adorei o post...e amo psicologia. Prefiro Jung, entretanto. =)
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir